Aos 5 anos, pedia para a irmã lhe encher a xícara com café.
- Pai, ele
quer mais!
- Pode
encher – autorizou, não se ateve ao tamanho da
xícara.
De
madrugada, no hospital:
- Doutor,
ele tomou muito café – disse o pai desesperado.
- Se a
criança não tem juízo, espera-se que o pai tenha – disse o médico.

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