Olhou o cardápio e
não entendia absolutamente nada do que estava escrito em alemão.
Queria comer o
Eisbein que comia em Brasília, agora em Munique.
Chamou o garçom, com
o gesto típico da mão levantada.
Apontou o próprio
joelho e imitou um porco: Oinc! Oinc!
Deu certo! Recebeu o
prato desejado.
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